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Shane Hawkins mostra talento e personalidade ao tocar clássicos de Led Zeppelin e Talking Heads

  • Foto do escritor: Kika Mesquita
    Kika Mesquita
  • há 15 horas
  • 1 min de leitura

Foto: Reprodução/ Getty Images
Foto: Reprodução/ Getty Images

Vimos Shane Hawkins crescer. Primeiro, como o garoto que aparecia ao lado do pai, Taylor Hawkins. Hoje, aos 20 anos, ele já mostra que é muito mais do que uma promessa: Shane é um grande baterista, com talento, força e personalidade próprios.


Em registros recentes, o jovem músico aparece tocando de maneira descontraída, aparentemente em uma reunião entre amigos. Os demais músicos não aparecem nas imagens, mas Shane é o grande destaque dos vídeos, que colocam sua performance na bateria em primeiro plano.


Em um deles, Hawkins encara “Moby Dick”, clássico do Led Zeppelin lançado em 1969 no álbum “Led Zeppelin II”. A faixa é especialmente simbólica para qualquer baterista: eternizada por John Bonham, tornou-se um dos grandes momentos de bateria do repertório da banda britânica e abria espaço para os famosos solos do músico nos shows.


No outro registro, Shane muda completamente de terreno e toca “Psycho Killer”, um dos maiores clássicos do Talking Heads, lançado no álbum de estreia da banda, “Talking Heads: 77”, em 1977.


Filho de um dos bateristas mais queridos de sua geração, Shane inevitavelmente cresceu sob os olhares de quem acompanhava Taylor Hawkins no Foo Fighters. Nos últimos anos, porém, suas próprias apresentações vêm deixando cada vez mais claro que a relação com a bateria vai muito além da herança familiar.


Sem palco grandioso ou grande produção, os registros colocam justamente a bateria em primeiro plano e mostram um músico que cresceu cercado pelo rock, carrega uma história inevitavelmente ligada à música e, ao mesmo tempo, constrói a sua própria.




 
 
 

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​Por: Kika Mesquita

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