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Chris Cornell: Nove anos sem uma das vozes mais poderosas do rock

  • Foto do escritor: Kika Mesquita
    Kika Mesquita
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Foto: Reprodução/ Getty Images
Foto: Reprodução/ Getty Images

Nove anos após sua morte, Chris Cornell continua sendo lembrado como uma das vozes mais marcantes da história do rock. O cantor morreu em 18 de maio de 2017, aos 52 anos, poucas horas após subir ao palco com o Soundgarden em Detroit, nos Estados Unidos.


Considerado um dos principais nomes do movimento grunge dos anos 1990, Cornell ajudou a transformar o Soundgarden em um dos pilares da cena de Seattle ao lado de bandas como Nirvana, Pearl Jam e Alice in Chains. Dono de um alcance vocal impressionante e de uma assinatura emocional única, ele eternizou clássicos como “Black Hole Sun”, “Fell on Black Days” e “Spoonman”.


Além do Soundgarden, Cornell também deixou sua marca no Audioslave, formado ao lado de integrantes do Rage Against the Machine. O grupo revelou sucessos como “Like a Stone”, “Be Yourself” e “Cochise”, consolidando ainda mais a influência do cantor nos anos 2000.


Sua trajetória também incluiu projetos importantes como o Temple of the Dog e a carreira solo, além da música “You Know My Name”, tema do filme Casino Royale. Pouco antes de sua morte, Cornell ainda lançou “The Promise”, canção que acabou se tornando seu último single em vida.


Mesmo após quase uma década, o legado de Chris Cornell segue vivo. Em 2025, ele foi introduzido postumamente ao Rock & Roll Hall of Fame com o Soundgarden, em um momento emocionante na história recente da banda.


Nos últimos anos, diferentes tributos e projetos beneficentes têm mantido sua memória presente, reforçando a dimensão artística e emocional deixada pelo cantor. Para muitos fãs, Cornell não foi apenas uma grande voz do rock — mas uma figura que transformou dor, intensidade e sensibilidade em música atemporal.


 
 
 

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​Por: Kika Mesquita

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