“Toxicity”, clássico do System of a Down, completa 25 anos
- Kika Mesquita

- há 17 horas
- 2 min de leitura

Há 25 anos, o System of a Down lançava o álbum que mudaria definitivamente o tamanho da banda. “Toxicity” chegou às lojas em 4 de setembro de 2001 e transformou um grupo conhecido por sua mistura pouco convencional de metal em um dos grandes nomes do rock do início dos anos 2000.
Segundo trabalho de estúdio da banda, o disco reuniu peso, melodias, mudanças bruscas de ritmo e elementos ligados às raízes armênias de seus integrantes em uma combinação difícil de enquadrar. O resultado aparece ao longo de faixas como “Prison Song”, “Deer Dance”, “ATWA” e “Science”, além das músicas que se tornariam seus maiores cartões de visita.
“Chop Suey!” foi uma delas. A faixa ganhou enorme repercussão e rendeu ao System of a Down uma indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal. Depois vieram “Toxicity” e “Aerials”, esta última também indicada ao Grammy, ajudando a ampliar ainda mais o alcance do álbum.
O sucesso foi imediato. “Toxicity” levou o System of a Down pela primeira vez ao topo da parada de álbuns dos Estados Unidos, com mais de 220 mil cópias comercializadas na primeira semana. A conquista aconteceu justamente em setembro de 2001, período em que o cenário político e social americano também colocou algumas das letras da banda sob atenção ainda maior.
Por trás das músicas estavam Serj Tankian, Daron Malakian, Shavo Odadjian e John Dolmayan, com produção de Rick Rubin e Malakian. Mais de 30 faixas chegaram a ser gravadas durante as sessões realizadas em 2001, antes da seleção que daria forma ao álbum.
Um quarto de século depois, “Toxicity” permanece como o trabalho mais emblemático do System of a Down e concentra algumas das músicas mais reconhecidas de sua discografia.
Os 25 anos também ganharam uma comemoração oficial. A banda anunciou novas edições do álbum em CD e vinil, previstas para novembro. Entre as novidades está a correção do nome da faixa escondida no encerramento do disco: durante anos identificada como “Arto”, ela passa a aparecer oficialmente como “Der Voghormia”, um hino espiritual armênio. As versões em vinil ainda incluem “Johnny”, faixa que aparecia como bônus em algumas edições raras de 2001.





Comentários