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Metallica faz estreia histórica na Sphere e transforma Las Vegas em um espetáculo de metal e tecnologia

Foto do escritor: Kika Mesquita
Kika Mesquita
há 6 minutos
2 min de leitura



Foto: Reprodução/ Getty Images
Foto: Reprodução/ Getty Images

O Metallica iniciou uma nova fase de sua história na noite desta quinta-feira (1º), ao subir pela primeira vez ao palco da Sphere, em Las Vegas. A apresentação abriu a residência “Life Burns Faster” e colocou a banda como o primeiro nome do metal a ocupar o espaço, conhecido por transformar shows em experiências imersivas.


Diante da gigantesca estrutura audiovisual da Sphere, James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo levaram ao palco um repertório que atravessou diferentes momentos da carreira. A abertura ficou por conta de “Battery”, seguida por “Creeping Death”, enquanto “Master of Puppets” encerrou a noite. No caminho, clássicos como “Sad But True”, “Wherever I May Roam”, “Nothing Else Matters”, “Ride the Lightning” e “Seek & Destroy” dividiram espaço com faixas mais recentes, entre elas “Lux Æterna”.


A noite também reservou algumas surpresas para os fãs. “…And Justice for All” voltou ao repertório pela primeira vez desde 2014, enquanto “Now That We’re Dead” não era apresentada ao vivo desde 2021. “Battery”, por sua vez, não abria um show do Metallica desde 2014.


Mas, como era esperado, o espetáculo foi muito além da música. A banda explorou a enorme tela que envolve o interior da Sphere com imagens criadas especialmente para as canções, incluindo cenários apocalípticos, estruturas em chamas, enormes ampulhetas e criaturas que pareciam tomar conta do espaço. Durante “The Call of Ktulu”, dedicada a Cliff Burton, uma gigantesca criatura inspirada em Cthulhu surgiu ao redor da arena, em um dos momentos visuais mais marcantes da apresentação.


A estreia marca o começo de uma residência de 24 apresentações, programada para seguir até março de 2027. O Metallica também levou para Las Vegas o conceito “No Repeat Weekend”: em cada fim de semana com dois shows, a banda promete repertórios completamente diferentes, sem repetir músicas entre as apresentações.


Depois de receber artistas como U2, Phish, Dead & Company e Eagles, a Sphere agora abre espaço para o peso do Metallica. E, logo na primeira noite, a banda mostrou que sua chegada ao local não seria apenas uma adaptação de um show tradicional, mas uma tentativa de unir quatro décadas de metal às possibilidades tecnológicas de um dos palcos mais modernos do mundo.


 
 
 

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​Por: Kika Mesquita

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