Insano! Baterista toca de cabeça para baixo em estrutura giratória cercada por fogo durante show
- Kika Mesquita
- há 22 horas
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Atualizado: há 13 horas

Tocar bateria em pleno show já exige técnica, precisão e resistência. Fazer isso enquanto o instrumento gira 360 graus, deixando o músico completamente de cabeça para baixo, é outro nível. É justamente essa uma das cenas mais impressionantes das apresentações do Parkway Drive.
O protagonista do momento é Ben “Gaz” Gordon, baterista da banda australiana. Durante o número, seu kit fica preso a uma grande estrutura metálica que começa a girar enquanto ele continua tocando. No ponto mais impressionante da rotação, Gordon fica de cabeça para baixo e, como se isso não fosse suficiente, efeitos de pirotecnia cercam a estrutura com chamas.
Conhecido como “Cage of Death”, o número não surgiu recentemente. Gordon já realiza versões da performance há alguns anos e precisou desenvolver uma técnica específica para conseguir tocar durante a rotação. Em entrevista à MusicRadar, o músico contou que um dos desafios foi justamente se acostumar a tocar de cabeça para baixo, já que a posição altera completamente a percepção e os movimentos do corpo.
Com o passar dos anos, a performance acompanhou o crescimento das produções do Parkway Drive. Na turnê comemorativa de 20 anos da banda, realizada em 2025, o espetáculo ganhou uma estrutura ainda maior, com uso intenso de fogo, plataformas e outros recursos visuais. A bateria giratória também segue presente nos shows do grupo em 2026.
Formado em Byron Bay, na Austrália, em 2003, o Parkway Drive construiu sua carreira a partir do metalcore e se tornou um dos nomes de maior destaque do gênero. Ao longo de mais de duas décadas, o grupo ampliou sua sonoridade, incorporando elementos do heavy metal e transformando suas apresentações em produções cada vez mais grandiosas.
A formação atual reúne Winston McCall nos vocais, Jeff Ling e Luke Kilpatrick nas guitarras, Jia O’Connor no baixo e Ben Gordon na bateria.
E se o peso das músicas já é uma das principais características do Parkway Drive, a produção visual ajuda a explicar por que seus shows chamam tanta atenção. Entre explosões, labaredas e uma bateria dando uma volta completa no ar, Ben Gordon protagoniza um daqueles momentos que parecem desafiar a lógica — sem parar de tocar.
A ideia de colocar um baterista de cabeça para baixo durante um show, porém, não nasceu com o Parkway Drive. Tommy Lee, do Mötley Crüe, tornou-se um dos exemplos mais famosos ainda nos anos 1980, usando estruturas que faziam sua bateria girar 360 graus. Décadas depois, Joey Jordison também protagonizou um número marcante com o Slipknot, tocando em uma plataforma que se elevava e girava durante seu solo.

