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Há 35 anos, o Nirvana lançava “Nevermind” e redefinia os rumos do rock

Foto do escritor: Kika Mesquita
Kika Mesquita
há 18 horas
2 min de leitura



Foto: Reprodução/ Divulgação
Foto: Reprodução/ Divulgação

Em 24 de setembro de 1991, o Nirvana lançava “Nevermind”, um álbum que ultrapassaria todas as expectativas e ajudaria a mudar o cenário do rock. Era apenas o segundo disco da banda formada por Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl, mas seria suficiente para tirá-la da cena alternativa de Seattle e colocá-la entre os maiores nomes da música mundial.


Produzido por Butch Vig, “Nevermind” encontrou um equilíbrio entre a intensidade do punk, guitarras pesadas e melodias capazes de alcançar um público muito maior. À frente de tudo estava “Smells Like Teen Spirit”, música que se tornou um fenômeno e apresentou o Nirvana a milhões de pessoas.


Mas o disco estava longe de depender de uma única música. “Come As You Are”, “Lithium”, “In Bloom”, “Drain You” e “Something in the Way” estão entre as 12 faixas de um álbum que se tornaria uma referência do rock alternativo.


O sucesso foi rápido e muito maior do que se imaginava. Em janeiro de 1992, menos de quatro meses depois do lançamento, “Nevermind” chegou ao primeiro lugar da Billboard 200. Sua ascensão também ajudou a deslocar os holofotes da indústria para Seattle e para uma cena que vinha crescendo longe do centro do mercado fonográfico.


A importância de “Nevermind” ultrapassou as paradas. Em 2004, o álbum foi incluído no National Recording Registry da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, destinado a preservar gravações consideradas cultural, histórica ou esteticamente significativas.


Trinta e cinco anos depois, seu impacto permanece. “Nevermind” não inventou o grunge, que já existia e tinha uma cena estabelecida antes de seu lançamento, mas levou aquele som a uma audiência gigantesca e ajudou a abrir espaço para o rock alternativo no mainstream.


Mais de três décadas depois, basta ouvir os primeiros acordes de “Smells Like Teen Spirit” para perceber o quanto daquele disco ainda permanece vivo na história do rock.


 
 
 

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​Por: Kika Mesquita

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