Filha de Michael Jackson, Paris Jackson segue seu próprio caminho no rock


Paris Jackson cresceu cercada pelo legado de um dos maiores nomes da história da música, mas bastam alguns minutos ouvindo seu trabalho para perceber que ela nunca tentou seguir os passos musicais do pai.
Filha de Michael Jackson, a cantora de 28 anos encontrou no rock alternativo, no folk e nas guitarras mais pesadas o espaço para desenvolver uma identidade própria — algo que voltou a mostrar recentemente em uma apresentação no “Good Morning America”.
Em sua estreia em um programa matinal da televisão americana, Paris apresentou “Zombies in Love”, além da faixa “Happiest Day of My Life”. Nas redes sociais, ela comemorou a experiência e definiu a participação como o “dia mais feliz da minha vida”.
As duas músicas fazem parte de “Happiest Day of My Life”, segundo álbum de estúdio da cantora, lançado em 21 de agosto de 2026. O trabalho dá sequência a uma carreira solo que começou oficialmente com “Wilted”, em 2020, disco marcado por uma sonoridade intimista e influências do indie folk e do rock alternativo.
Nos lançamentos mais recentes, guitarras e referências ao grunge também ganharam espaço. “Zombies in Love”, apresentada inicialmente em março, é um exemplo dessa evolução. Paris revelou que a música nasceu de um período em que se sentia perdida ao lado de alguém que considerava o amor de sua vida.
Antes mesmo de lançar seu primeiro álbum, Paris já experimentava musicalmente longe do universo pop associado ao sobrenome Jackson. Ela integrou o duo The Soundflowers ao lado de Gabriel Glenn, projeto que ajudou a apresentar ao público suas referências ligadas ao folk.
Hoje, com dois álbuns de estúdio e uma sonoridade cada vez mais definida, Paris Jackson ocupa um lugar muito diferente daquele que poderia parecer óbvio para a filha do Rei do Pop. Em vez de tentar repetir uma fórmula familiar, escolheu guitarras, folk, indie e rock alternativo para escrever sua própria história na música.





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