Bruce Dickinson transforma o clássico “Tears Of The Dragon” em experiência cinematográfica
- Kika Mesquita

- há 3 horas
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Bruce Dickinson deu uma nova dimensão a um dos maiores clássicos de sua carreira solo com o lançamento de uma versão cinematográfica para “Tears Of The Dragon”. A faixa, originalmente lançada em 1994 no álbum Balls To Picasso, reaparece agora em uma releitura grandiosa, marcada por elementos orquestrais, atmosfera sombria e forte influência teatral.
O novo videoclipe foi gravado em São Paulo após a passagem de Dickinson pelo The Town em 2025. Para transformar a ideia em realidade, o cantor trabalhou ao lado dos diretores Leo Liberti e Antoine de Montremy, utilizando uma antiga cervejaria da capital paulista como cenário principal da produção.
A nova versão integra More Balls To Picasso, edição retrabalhada do disco lançado originalmente em 1994 — trabalho que marcou uma fase importante da carreira solo de Dickinson logo após sua saída temporária do Iron Maiden.
O clipe também contou com a participação da Orquestra Almai, regida por Antonio Teoli, responsável pelos novos arranjos da canção. A produção mistura instrumentos clássicos, atmosfera cinematográfica e uma estética quase operística, ampliando ainda mais o peso emocional da música, considerada até hoje uma das composições mais pessoais de Bruce Dickinson.
Lançada originalmente como single em maio de 1994, “Tears Of The Dragon” se tornou um dos maiores sucessos da carreira solo do cantor e acabou associada ao período em que ele deixou o Iron Maiden para seguir novos caminhos artísticos. A faixa alcançou destaque internacional e permanece como uma das músicas mais celebradas de sua discografia fora da banda.
Além da House Band Of Hell, o vídeo traz ainda a participação da bailarina brasileira Renata Bardazi, reforçando o clima dramático e performático da produção. Segundo Dickinson, a ideia de criar uma versão orquestral da música existia há anos, mas acabou ganhando forma definitiva durante sua passagem pelo Brasil.
O projeto já começou a chamar atenção no circuito internacional de cinema e videoclipes. A produção foi indicada a premiações em festivais ligados ao cinema independente e já conquistou troféus de “Melhor Videoclipe” em eventos como o Los Angeles Film Awards e o New York International Film Awards.





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