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47 anos de "Highway to Hell": o clássico que se tornou a despedida de Bon Scott do AC/DC

  • Foto do escritor: Kika Mesquita
    Kika Mesquita
  • 27 de jul.
  • 2 min de leitura


Foto: Reprodução/ Divulgação
Foto: Reprodução/ Divulgação

Em 27 de julho de 1979, o AC/DC dava um passo decisivo rumo ao estrelato com o lançamento de "Highway to Hell". O sexto álbum de estúdio da banda não apenas consolidou o grupo como uma das maiores forças do hard rock, mas também entrou para a história como o último trabalho gravado com Bon Scott nos vocais.


Produzido por Robert John "Mutt" Lange, o disco marcou uma evolução no som da banda. Sem abrir mão da energia crua que sempre caracterizou o AC/DC, o álbum apresentou uma produção mais refinada e músicas com forte apelo comercial, ajudando o grupo australiano a conquistar um público muito maior ao redor do mundo.


A faixa-título rapidamente se transformou em um dos maiores hinos da história do rock e permanece, até hoje, presença obrigatória em shows, rádios e playlists. O álbum ainda reúne outras canções marcantes, como "Touch Too Much", "Girls Got Rhythm", "Walk All Over You" e "If You Want Blood (You've Got It)", consolidando um repertório que atravessou gerações.


O sucesso de "Highway to Hell" também representou um divisor de águas para o AC/DC. Foi o primeiro álbum da banda a alcançar grande repercussão internacional, abrindo caminho para o reconhecimento mundial que viria nos anos seguintes.


Poucos meses depois do lançamento, em 19 de fevereiro de 1980, Bon Scott morreu aos 33 anos, encerrando de forma precoce uma das trajetórias mais carismáticas da história do rock. Sua morte transformou "Highway to Hell" em um registro ainda mais emblemático, eternizando a última performance em estúdio daquele que ajudou a definir a identidade do AC/DC.


Mesmo após quase cinco décadas, o álbum continua sendo referência quando o assunto é hard rock. Seu impacto influenciou inúmeras bandas e fez de "Highway to Hell" não apenas um clássico do AC/DC, mas uma obra indispensável na história da música.


 
 
 

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​Por: Kika Mesquita

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